Mesmo de noite, onde a luz das palavras pode revelar ou o olhar pode dizer e depois amanhecer, clarear...
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sexta-feira, 14 de junho de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
domingo, 13 de janeiro de 2019
terça-feira, 11 de setembro de 2018
quinta-feira, 17 de maio de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Bom ano!
Há uma quietude tão bonita no silêncio de momentos guardados onde prazerozamente se fica. E depois há o tempo a voar...e sombras de libelinhas... e sempre a quietude...
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5 sentidos,
Acontece,
das minhas paredes,
Do meu olhar,
Palavras soltas.
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Querido Pedro Rolo Duarte
Um post sem fotografia… lembrando o sorriso e a voz do autor das linhas que se seguem, e de outras palavras que me acompanham desde há muitos anos, escrevendo mais sentido à vida.
"Odeio a mentira porque:
Presume a tolice ou a burrice daquele a quem se mente.
Parte do princípio de que o mundo é grande e infinito.
Parte de quem se julga superior aos outros.
Não serve a ninguém, nem sequer a quem mente.
Não tem razão de ser, nem existência.
Acima de tudo, odeio a mentira porque não é a verdade. Mas quem mente nunca pensa neste pormenor."
"Odeio a mentira porque:
Presume a tolice ou a burrice daquele a quem se mente.
Parte do princípio de que o mundo é grande e infinito.
Parte de quem se julga superior aos outros.
Não serve a ninguém, nem sequer a quem mente.
Não tem razão de ser, nem existência.
Acima de tudo, odeio a mentira porque não é a verdade. Mas quem mente nunca pensa neste pormenor."
sábado, 13 de maio de 2017
The Other Pair
De olhos bem abertos,vinte e cinco crianças, com idades entre os quatro e os cinco anos (os meus alunos), viram esta curta metragem. Num silêncio profundo, presos pela música também das imagens, dos gestos, das palavras não ditas… No final reuni os testemunhos, verdadeiras palavras sábias que me comoveram. Relembro esta observação do P. : "É uma bonita história de amor! Mas também é um bocadinho triste… ". Palavras sábias, sobre as histórias mais bonitas.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Fim de tarde
No regresso trago o dia de sol, reflexo laranja que o horizonte desenha. Sentada no barco vejo a ria correr num azul teimosamente bonito. É a brisa, ventania inspiradora e quente ou sou eu que a imagino assim sempre tão presente. Deixo devagarinho a outra margem, onde a pressa não cabe em mim. E é fim de tarde sempre que é assim.
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Do meu olhar,
Palavras soltas
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Destino ...
… 2017!
Levo momentos, os livros e as melodias, levo as fotografias, levo o meu caderno, levo os segundos, levo paisagens, levo o que passei em outras margens, deixo aquilo que não gostei, levo viagem na minha bagagem, levo os cheiros, as vozes, levo os risos, levo tempo, levo até vento, levo o que guardarei para sempre no meu pensamento… vou!
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Para fazer feliz a quem se ama
… há o mar
lá atrás
e mais ainda
o horizonte
que os olhos
fechados
alcançam…
é tudo tão perto do peito
e tão longe do olhar
sábado, 6 de agosto de 2016
Se é verão...
… então deixa esse ar quente entrar
lembrar
deixa ser uma franja
um fio
de linho
e cor
deixa ser assim
tudo o que o ar quiser
tudo o que restar
de tudo que ficou
do que não partiu
deixa ser assim
mesmo que assim
seja este lado mais devagar…
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quinta-feira, 23 de junho de 2016
Sem comando ...
As escolhas eram menos, talvez maiores. Dizia o meu pai: espera, não carregues já no segundo botão que ainda está a aquecer. Tínhamos uma antena em cima da televisão. Nunca estava no mesmo lugar. Um dia partiu-se e veio outra maior e mais bonita, mas nem por isso mais quieta. Daquele lado a imagem fica melhor. Agora para o outro lado. Às vezes para lado nenhum. Na agenda dos telefones da minha mãe havia uma página dedicada aos arranjos que tinha escrito em maiúsculas, "SENHOR DA TELEVISÃO". Lá vinha o "salvador" de mala na mão, desaparafusar a carapaça enorme da minha querida televisão que mais parecia uma tartaruga. São as válvulas. E eram. Era o hino com a bandeira ao vento e horas de deitar. Eram os festivais da canção com os amigos chegados de Moçambique. Sem comando... e com tanto à nossa volta.
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sexta-feira, 27 de maio de 2016
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