(...que a noite não deixa adormecer)
Mesmo de noite, onde a luz das palavras pode revelar ou o olhar pode dizer e depois amanhecer, clarear...
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terça-feira, 11 de setembro de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
segunda-feira, 6 de março de 2017
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Destino ...
… 2017!
Levo momentos, os livros e as melodias, levo as fotografias, levo o meu caderno, levo os segundos, levo paisagens, levo o que passei em outras margens, deixo aquilo que não gostei, levo viagem na minha bagagem, levo os cheiros, as vozes, levo os risos, levo tempo, levo até vento, levo o que guardarei para sempre no meu pensamento… vou!
terça-feira, 18 de outubro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
sábado, 1 de outubro de 2016
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Sem comando ...
As escolhas eram menos, talvez maiores. Dizia o meu pai: espera, não carregues já no segundo botão que ainda está a aquecer. Tínhamos uma antena em cima da televisão. Nunca estava no mesmo lugar. Um dia partiu-se e veio outra maior e mais bonita, mas nem por isso mais quieta. Daquele lado a imagem fica melhor. Agora para o outro lado. Às vezes para lado nenhum. Na agenda dos telefones da minha mãe havia uma página dedicada aos arranjos que tinha escrito em maiúsculas, "SENHOR DA TELEVISÃO". Lá vinha o "salvador" de mala na mão, desaparafusar a carapaça enorme da minha querida televisão que mais parecia uma tartaruga. São as válvulas. E eram. Era o hino com a bandeira ao vento e horas de deitar. Eram os festivais da canção com os amigos chegados de Moçambique. Sem comando... e com tanto à nossa volta.
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domingo, 6 de março de 2016
No azul do mar ...
… há um oceano com vista sobre o caminho
de pedra
de sal
de areia
de luz
de lembrança
que não se desfaz
que não adormece
não por ser dia
mas sim por ser prece
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
sábado, 17 de outubro de 2015
Recantiga
...
E era as folhas espalhadas, muito recalcadas do correr do ano
A recolherem uma a uma por entre a caruma de volta ao ramo
E era à noite a trovoada que encheu na enxurrada aquela poça morta
De repente, em ricochete, a refazer-se em sete nuvens gota a gota
Era de repente o rio, num só rodopio a subir o monte
A correr contra a corrente assim de trás para a frente a voltar à fonte
Um monte de cartas espalhadas des-desmoronando-se todo em castelo
E era linha duma vida sendo recolhida de volta ao novelo
Era aquelas coisas tontas, as afrontas que eu digo e que me arrependo
A voltarem para mim como se assim tivessem remendo
E era eu, um passarinho caído no ninho à espera do fim
E eras tu, até que enfim, a voltar para mim.
sábado, 19 de setembro de 2015
13 velas
"Mãe, no meu dia de aniversário gostava de estar com os meus amigos e família!"
*Estes são os momentos que mais gostamos de abraçar. Assim será :)
**Parabéns meu querido filho Duarte!
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quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Insónia
Quando
a imagem
aparece
deitada
nos meus olhos
fechados
e eu abro mão
do escuro
até ser
manhã
a imagem
aparece
deitada
nos meus olhos
fechados
e eu abro mão
do escuro
até ser
manhã
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
A ordem natural das coisas...
... férias
ir
para não ficar
sol
água
livros
para
mergulhar
na sombra
e ... fotografar
fotografar
fotografar...
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Noite dentro
Há um encanto suspenso numa noite assim...para iluminar minutos sem contagem crescente até ser manhã...há um encanto eterno dentro do escuro do céu...que só a noite tráz... e há em mim nessas horas, uma vontade maior de ser tudo aquilo o que um livro faz...
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
Trago em mim este amor infinito ...
Faz hoje vinte e um anos que nasceste. Tudo aquilo que até aí eu vivia de uma determinada forma, ganhou desde esse dia forma única. O meu olhar duplicou, todos os outros sentidos também. Os passos menos cautelosos experimentaram ficar mais cautelosos, e até hoje e para sempre não deixarei de andar contigo no meu coração. Os medos começaram a ter outro lugar, estenderam-se para além de mim... já os sonhos, dobraram no meu peito. Comecei a encontrar mais linhas no horizonte, a saber perder-me no tempo... e a perder-me com mais tempo... olhar tudo mais longe. Hoje, quando lembro o dia em que pela primeira vez te segurei nos meus braços acabada de nascer, parece-me um sonho, um sonho que trago em mim todos os dias para viver. Trago um sorriso infinito de partilhas, mesmo quando abro o armário à procura da minha camisa preferida e a encontro vestida em ti. Hoje trago em mim a felicidade de reunir os amigos e família para te festejar... trago este amor infinito que nos une e que o teu sorriso espelha no olhar... Parabéns, minha querida filha Madalena!
domingo, 6 de julho de 2014
Aguaceiro
! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !
* queria um post menos exclamativo ( onde pudesse espreguiçar palavras ...) mas o cinzento do dia deixou-me assim!
quinta-feira, 13 de março de 2014
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Cartão de Natal
"Se tudo tem um futuro, esse futuro apenas se pode construir com o presente".
Joaquim Pessoa
*hoje não há fotografias nesta loja... hoje não é o meu olhar... é o vosso, ao lerem estas palavras...
**Feliz Natal, escrito com letrinhas de fazer nascer paisagens com vista para a alma...
Joaquim Pessoa
*hoje não há fotografias nesta loja... hoje não é o meu olhar... é o vosso, ao lerem estas palavras...
**Feliz Natal, escrito com letrinhas de fazer nascer paisagens com vista para a alma...
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