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quinta-feira, 17 de maio de 2018

Quem inventou o amor não fui eu...


… não fui eu
não fui eu
não fui eu, nem ninguém 

terça-feira, 15 de novembro de 2016

sexta-feira, 17 de junho de 2016

sábado, 17 de outubro de 2015

Recantiga



...


E era as folhas espalhadas, muito recalcadas do correr do ano
A recolherem uma a uma por entre a caruma de volta ao ramo

E era à noite a trovoada que encheu na enxurrada aquela poça morta
De repente, em ricochete, a refazer-se em sete nuvens gota a gota

Era de repente o rio, num só rodopio a subir o monte
A correr contra a corrente assim de trás para a frente a voltar à fonte

Um monte de cartas espalhadas des-desmoronando-se todo em castelo
E era linha duma vida sendo recolhida de volta ao novelo

Era aquelas coisas tontas, as afrontas que eu digo e que me arrependo
A voltarem para mim como se assim tivessem remendo

E era eu, um passarinho caído no ninho à espera do fim
E eras tu, até que enfim, a voltar para mim.

domingo, 4 de outubro de 2015

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

sábado, 18 de abril de 2015

50 cêntimos


Mãe, hoje deram-me cinquenta cêntimos a mais na venda das rifas dos escuterios. Estava um rapaz a tocar na rua e eu estive a ouvir. Gostei e deixei-lhe a moeda dentro de uma caixa que tinha à sua frente. Ele sorriu para mim e perguntou-me se eu queria ouvir alguma canção em particular. Disse-lhe que não (envergonhado este meu filho). Perguntou se eu sabia tocar viola e se queria tocar alguma coisa. Toquei (pouco envergonhado este meu filho). Sabes o que aconteceu? a caixa ficou com mais moedas, e à nossa volta mais pessoas! 

*com a devida autorização do meu menino envergonhado, aqui ficam os sorrisos registados!
** gosto de melodias assim... gosto mesmo!!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Valsa...




Será só matéria em rotação? 
É mistério, mera maldição?
Desentristecer a custa e abrir mão 
Duro vai ficando o coração de quem não quer 
Dar-se à dor de ser quem é 
É da terra a sombra de ser só 
Adiada sina de ser pó? 
Ir desaprendendo a custo e abrir mão 
Duro vai ficando o coração de quem não quer 
Dar-se à dor de ser maior 
Contemplar o céu 
Não tem fim 
Enfrento o reverso 
Dou-me ao universo 
Rumo ao fundo em mim 
Será só o sangue em pulsação? 
Ou é do céu a sina da mão? 
Dar às asas e cortar com a raiz 
Duro vai ficando o coração de quem não quis 
Dar-se à dor de ser feliz 

Miguel Araújo

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Para sempre


...  contigo ... haverá música no meu coração...

*Parabéns pelos teus doze anos, meu querido filho Duarte!

sábado, 26 de outubro de 2013

Quando o piano toca em dias de mim ...



...  e eu consigo desenhar melodias ... sementes silenciosas das minhas quatro paredes sem fim ...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

"Não, eu só vou se for para ver uma estrela aparecer...


... na manhã de um novo amor..."

* nasci a ouvir Vinicius de Moraes, sei de cor... mas sempre que oiço os seus versos cantarem, descubro mais, muito mais... e é desta "ponte" tão real entre versos e a vida, que vive (para mim eternamente)  o canto das palavras de um poeta como Vinicius!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Como água

beber os dias de melodias

quimeras

e esferas

esperas...

beber nos lábios

palavras escolhidas

para não dizer

que os dias às voltas

são rodas perdidas

de um querer

ser

e desejar ser

numa infinita madrugada

onde se sentam vazios

onde se preenchem navios

de viagens

tecendo viagens

sem margens

tecendo caminhos

de continuar

de continuar

continuar...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Tudo métrica e rima e nunca dor


"... mas a vida é real e é de viés..."

*pedaço de " O Quereres", Caetano Veloso

domingo, 25 de setembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011