Mesmo de noite, onde a luz das palavras pode revelar ou o olhar pode dizer e depois amanhecer, clarear...
sábado, 6 de agosto de 2011
Mãos
domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Talvez
... chegue um dia uma sombra ser frase ...
e se revele a voz nublada em tom definido
e não se espere mais do que isso ...
domingo, 26 de junho de 2011
O tempo passa
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Anjo
quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Nós dois
sábado, 18 de junho de 2011
Espreitar
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Dor
domingo, 12 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Amanhã
terça-feira, 7 de junho de 2011
ICOSAL
A Revolução passou pela ICOSAL, o primeiro pé de cabra a derrubar o Muro de Berlim, palpita-me, veio da ICOSAL, e Neil Armstrong disse, na Lua:
- Eu vejo-a daqui, eu vejo-a daqui!!
- O quê? A Grande Muralha da China? - respondeu Huston
- Qual quê!!! A Icosal! A ICOSAL!!!
E mais vos digo que a ICOSAL recusou a presença da Troika...
Se calhar já dei pistas a mais...
Olha, aqui em baixo apareceu ICOsAL como paravra de verificação..."
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Os livros saíram à rua (fim)
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Os livros saíram à rua (quinze)






quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (treze)
Talvez me sente ainda um dia
com esse livro com que me atormentei
Talvez eu abra ainda um dia
uma página do sal que só o mar tem
Ou talvez vire as costas à primeira linha
adivinhando o que não fui nem nunca serei
sábado, 28 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (dez)
domingo, 22 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (nove)

E fez-se música no meu olhar, quando ouvi mais uma resposta assim: claro que pode fotografar... e depois fez-se canção na minha memória ... “Será que existe em mim um passaporte para sonhar...”, com este pedaço de 125 Azul.
-
Sim, os Trovante!
Os livros saíram à rua (oito)
Escolher
as palavras
como se as mãos
procurassem
nas letras
todo esse dizer
que nos conta
sem conta
que dos diz
que nos faz
e desfaz
que nos procura ...
.
sim, os livros encontram-nos
se nos deixarmos perder...
sábado, 21 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (sete)

sexta-feira, 20 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (seis)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (cinco)

Para ti
Foi para ti
que desfolhei a chuva
para ti soltei o perfume da terra
toquei no nada
e para ti foi tudo
Para ti criei todas as palavras
e todas me faltaram
no minuto em que talhei
o sabor do sempre
Para ti dei voz
às minhas mãos
abri os gomos do tempo
assaltei o mundo
e pensei que tudo estava em nós
nesse doce engano
de tudo sermos donos
sem nada termos
simplesmente porque era de noite
e não dormíamos
eu descia em teu peito
para me procurar
e antes que a escuridão
nos cingisse a cintura
ficávamos nos olhos
vivendo de um só
amando de uma só vida
Mia Couto
sábado, 14 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (quatro)
Aguardo essa página
por ler
aguardo uma manhã
por amanhecer
aguardo assim
por esse livro
escrito com letras
de um suave entardecer
quarta-feira, 11 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Os livros saíram à rua (um)
Sabia-o na feira do Livro de Lisboa. Mas mesmo assim não queria acreditar! Com a sua permissão tive a honra de o fotografar, e enquanto o autógrafo se "desenhava" no lindíssimo “António Barreto: fotografias “, tive o privilégio de testemunhar a simplicidade que o seu olhar espelha... As fotografias de António Barreto estão repletas de histórias e isso não se prende unicamente com o tempo, como me fez questão de referir, mas sim com o olhar... António Barreto olha as pessoas, como se olhasse pelas sua vidas... e isso, é que faz a diferença.
..
*Tenho mais um livro de que gosto muito, e também uma fotografia muito especial...
.
*Em forma de agradecimento, escolhi um pedaço da forma tão bonita como agradece neste livro tão especial... Muito obrigada, António Barreto!
.
sábado, 7 de maio de 2011
Frágil

Não me digas a metade
as palavras todas
são sempre desalinho
não me digas a noite inteira
quando o dia cai
na escrita de um caminho
não digas tardes quentes
diz-me das ruas
das árvores e das sementes
diz-me em choro
o teu sorriso
e sem luz
a tua boca
diz-me devagar
na melodia que seduz
a fragilidade ser um dia
e a vida ser tão pouca








